A Vanessa tinha uma flauta muito bonita. Dera-lhe a avó no ano passado, pelo Natal. Ela gosta muito.
O entusiasmo crescia! O gosto da flauta, a magia de ir desvendar uma certa origem, a prenda. Nem foi preciso tocar a campainha. A avó abriu a porta, rapidamente. Devia estar a sua espera. Mal o viu. o sorriso iluminado disse-lhe como ela era uma querida, os seus braços tinham um toque de ternura. Sem palavras, acarinhou-a.
Mas o tempo foi passando e a Vanessa recebeu entretanto outros brinquedos (um comboio eléctrico, uma boneca que andava e falava, etc) e cada vez pegava menos na flauta.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
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